Capítulo 512 — Fim da apresentação!
por NexoNovelCapítulo 512 — Fim da apresentação!
Wu Chen já não precisava providenciar mais nada. Tinha combinado tudo com He Shiqin e também com Meng Junhao; agora, só restava entrar em cena.
— É aqui. Xinxin, vai lá reservar uma sala privativa… — disse Wu Chen, gesticulando, meio de brincadeira.
— Humpf! O professor não disse que ia pagar? E ainda quer que eu reserve a sala! — reclamou He Xinxin, dando pulinhos e franzindo o nariz para ele.
Era só brincadeira, naturalmente.
He Xinxin também tinha dinheiro, e um jantar não custaria muita coisa.
— Reservar a sala não custa nada. A gente só paga depois de comer — respondeu Wu Chen, rindo para ela.
— Já que é você que vai pagar, vou reservar a maior de todas! — declarou He Xinxin, empinando de leve o queixo.
Wu Chen diminuiu o passo de propósito e voltou a pedir que ela fosse reservar a sala. Embora continuasse discutindo com ele, He Xinxin tomou a dianteira por conta própria e subiu os degraus primeiro.
“Criança” é assim, e também depende da personalidade: algumas adoram se mostrar e, quando um adulto lhes dá uma tarefa, mesmo que reclamem da boca para fora, acabam tomando a iniciativa.
Podia-se chamar aquilo de uma espécie de orgulho disfarçado.
He Xinxin era assim.
Wu Chen diminuiu ainda mais o passo, como se esperasse He Shiqin, que não conseguia andar depressa com aqueles saltos altos. Quando He Xinxin já tinha empurrado a porta giratória e entrado, Wu Chen e He Shiqin mal haviam chegado ao pé da escadaria.
— Não fique nervosa — sussurrou Wu Chen de repente, inclinando a cabeça na direção de He Shiqin. Os dois estavam bem próximos, e ele ainda lhe enlaçou a cintura por um instante.
Aquela cena seria fotografada.
— Não estou — respondeu He Shiqin, também inclinando a cabeça para sussurrar.
Os dois completaram ali, diante da entrada, uma breve interação.
Entraram!
Quando chegaram ao salão do restaurante, He Xinxin já conversava com um atendente um pouco adiante; nada além das perguntas de praxe, como “quantas pessoas” e “onde querem sentar”.
Quando Wu Chen e He Shiqin se aproximaram, o atendente dizia:
— …Para três pessoas, melhor não pegar sala privativa. As salas têm consumo mínimo…
Não era à toa que o movimento ali era fraco.
A localização não ajudava, e os atendentes tampouco sabiam reconhecer um cliente endinheirado.
O que He Xinxin vestia parecia um conjuntinho típico de menina, mas era tudo de grife; contando o relógio, aquela produção não saía por menos de cem mil yuans.
Isso sem falar nas roupas de Wu Chen e He Shiqin, que vinham se aproximando.
— Abra a maior sala privativa. E traga primeiro duas garrafas de Château Margaux… — disse Wu Chen ao chegar, e os olhos do atendente brilharam na mesma hora.
Château Margaux não era o vinho mais caro da casa, mas custava mais de dez mil yuans a garrafa. Consumo mínimo? Desperdício pegar uma sala grande para três pessoas? Com o dinheiro na mesa, tudo podia!
— Pois não, senhor! — respondeu o atendente em voz bem alta, com o rosto até um pouco corado. Ali, os atendentes podiam recomendar vinhos aos clientes e ganhavam comissão sobre as vendas.
Ele se desmanchou em gentilezas, todo solícito, e fez questão de guiar os três escada acima.
— Vai mesmo pegar a sala maior… — comentou He Xinxin com Wu Chen.
Ela sabia se comportar: uma sala privativa já bastava, e achava a maior desnecessária. Antes, só dissera aquilo de birra, para implicar com ele.
— O ambiente é melhor — respondeu Wu Chen, sorrindo.
Subiram ao terceiro andar.
Viraram à direita e seguiram até o fim do corredor. A sala se chamava “Haina Baichuan”!
O atendente abriu a porta e recuou para o lado, convidando os três a entrar com um gesto. A sala era de fato enorme, grande até demais: equivalia a quatro salas privativas comuns, com apenas uma grande mesa redonda no centro, o que deixava o espaço ao redor quase vazio.
Além disso, ficava numa das quinas do prédio. Do lado da rua principal, havia duas janelas grandes; do lado da rua lateral, mais uma.
A vista era ótima, e o ambiente, muito claro.
Pelo que Wu Chen sabia, para o Restaurante Sichuan Fulaixi, de movimento fraco, aquela sala servia para elevar o padrão da casa.
Era a única sala daquele tamanho no prédio inteiro: acomodava vinte pessoas com conforto e, apertando um pouco, até trinta.
O consumo mínimo também era alto: 8.888 yuans.
Naquela região do bairro antigo de Zhongcheng, um gasto desses era praticamente único.
Wu Chen, porém, também sabia que quase ninguém reservava aquela sala; uma mesa por mês já seria muito. Não havia por que se preocupar com a possibilidade de alguém tê-la reservado antes.
A probabilidade era mínima.
E Wu Chen a escolhera sobretudo pela vista: três janelas grandes, distribuídas em duas paredes… facilitavam as fotos tiradas de fora.
E também facilitavam a encenação.
Sentaram-se.
Hora de fazer o pedido.
Deixaram He Xinxin escolher.
Mal se sentara, Wu Chen levantou-se outra vez, foi até um dos lados da sala e fechou a cortina daquela janela.
— Professor, o que você está fazendo? — perguntou He Xinxin de passagem, virando a cabeça.
— O sol está batendo nos olhos — respondeu Wu Chen, sorrindo, enquanto voltava.
De fato, o sol poente entrava por aquele ângulo e ofuscava um pouco a vista; mas bastaria sentar fora do alcance dos raios, e ainda dava para apreciar o pôr do sol.
Wu Chen só precisava de um pretexto para fechar a cortina.
Buscava realismo.
Naquele dia, ele estava ali para um encontro secreto com He Shiqin — pelo menos era nisso que Ding Ruilong teria de acreditar. As fotos que Meng Junhao entregaria não podiam ter cara de pose. Por isso, alguns gestos de quem buscava privacidade eram indispensáveis.
Ainda que só para dar a impressão.
He Xinxin fez os pedidos, e He Shiqin acrescentou alguns pratos mais suaves, porque os que a filha escolhera eram apimentados demais.
Oito pratos para três pessoas: um verdadeiro luxo.
Wu Chen não pediu nada.
Depois que o atendente saiu, os três começaram a conversar sobre amenidades.
He Xinxin não sossegava: em vez de ficar sentada direito, levantou-se para olhar pela janela e depois foi dar uma volta pela sala para examinar o enorme vaso de plantas no canto.
Poucos minutos depois.
O atendente bateu à porta e entrou trazendo o vinho e algumas frutas de entrada — claramente acima do padrão, com uma variedade generosa.
Tudo porque Wu Chen pedira duas garrafas de vinho caríssimo.
— Xinxin, venha comer melancia… — chamou He Shiqin.
Trim, trim…
De repente, um celular começou a tocar. Era o de Wu Chen!
Ele pegou o aparelho e viu que era Li Ruobing. Hesitou por um instante, levantou-se com o celular na mão e saiu da sala, atendendo enquanto o levava ao ouvido.
Era a oportunidade perfeita para explicar a situação a Li Ruobing.
Havia coisas que He Xinxin não podia ouvir.
— Alô, Ruobing… — Wu Chen saiu da sala, virou à direita e andou alguns metros até uma janela.
— Já saí do trabalho. Que horas você chega em casa? — soou a voz de Li Ruobing pelo celular.
— Mais tarde. Estou jantando — respondeu Wu Chen, sorrindo.
— Jantando de novo? Com aquela vagabunda? — perguntou Li Ruobing. Apesar da palavra, o tom era displicente, só uma pergunta à toa.
Li Ruobing andava bastante irritada com Wu Yurong, mas não tinha nem disposição para sentir ciúme dela.
— Não. Estou com a He Shiqin — respondeu Wu Chen.
— Ah… então podem jantar. Eu combinei de encontrar a Qingying. Já que você não vai comer em casa, vou avisar a ela que a gente também vai jantar fora e só volta depois — disse Li Ruobing.
Comparada à reação que tinha diante de Wu Yurong, Li Ruobing mostrava-se ainda mais indiferente em relação a He Shiqin.
Achava até ótimo que Wu Chen estreitasse os laços com ela; afinal, He Shiqin era aquela “peça-chave”, capaz de detonar tudo!
Para Li Ruobing, He Shiqin não passava de uma ferramenta, e das que não representavam ameaça alguma. Por isso, não se importava nem um pouco que Wu Chen passasse a vê-la com frequência.
— Combinado… — concordou Wu Chen. Fez uma pausa e acrescentou: — Acho que amanhã o Ding Ruilong vai ligar para você. Esteja preparada.
— Hã? — Li Ruobing estranhou. — Ele? Como você sabe que ele vai me ligar?
— Hoje à noite, o Ding Ruilong vai ficar sabendo que a He Shiqin está em Donghai e que está comigo. Vou fazer com que ele veja as fotos ainda hoje — explicou Wu Chen.
— O quê? — A voz de Li Ruobing denunciou um susto evidente.
A linha ficou em silêncio.
Depois de se recompor, Li Ruobing exclamou, quase perdendo a voz:
— Você enlouqueceu?! Vai deixar o Ding Ruilong saber tão cedo? Se ele lembrar da história da família Dong, vai matar a He Shiqin para calar a boca dela! E como a gente faz depois, sem ela?
Foi direto ao ponto!
A reação de Li Ruobing não surpreendeu Wu Chen.
Era consequência de ela conhecer apenas parte do plano geral. Naquele momento, em todo o mundo, a única pessoa que tinha uma visão completa do plano de Wu Chen era o próprio Wu Chen!
Nem Li Maoren sabia de tudo; havia coisas que Wu Chen ainda não lhe contara.
A rigor, He Shiqin era de fato importante.
Mas!
Assim que Wu Chen concluísse a aliança, a situação ganharia um rumo praticamente irreversível: inúmeras grandes famílias estariam se preparando, com todo o trabalho preliminar já feito — quem tinha de sair já teria saído, e quem tinha de entrar já teria entrado.
A essa altura, para arrastar a família Dong para a briga, talvez nem fosse preciso recorrer a He Shiqin: bastaria Wu Chen revelar pessoalmente um fato à família Dong. Acreditassem ou não, os Dong teriam motivos para entrar na aliança por conta própria.
Poderiam simplesmente fingir que acreditavam!
A vingança não era a única coisa capaz de levar alguém a agir.
Interesses grandes o suficiente também eram.
É claro que, com He Shiqin, tudo seria mais simples.
E Wu Chen tampouco permitiria que Ding Ruilong descobrisse a verdade ou que algo acontecesse a He Shiqin.
— O Ding Ruilong não vai descobrir — disse Wu Chen, sorrindo.
— Como você pode garantir? O Ding Ruilong não é idiota! A He Shiqin sabe que ele matou aquele rapaz da família Dong. Como é que ele não vai pensar nisso? — Li Ruobing começou a falar mais rápido.
— Pensar, ele pode — respondeu Wu Chen, sorrindo, tranquilo. — Mas o que o levaria a concluir que eu seria capaz de usar isso contra ele?
— Como é que não… — Li Ruobing já começava a se afligir.
A preocupação turvava seu juízo.
A última vez que Li Ruobing ficara tão aflita fora no dia em que Lao Dao encurralara Wu Chen no elevador.
Ela realmente achava o risco inimaginável; aquilo podia até pôr todo o plano a perder. Já não conseguia entender: afinal, o que Wu Chen pretendia?
Só queria irritar o Ding Ruilong?
Não era arriscado demais?!
— A gente conversa direito quando eu chegar em casa. Aqui não dá para falar. Vou mandar entregarem as fotos ao Ding Ruilong mais tarde, depois que a gente acertar tudo… — disse Wu Chen.
Uma pequena manobra para influenciar Li Ruobing.
Pelo plano original de Wu Chen, as fotos já chegariam às mãos de Ding Ruilong relativamente tarde; além disso, ele já pretendia explicar os detalhes a Li Ruobing, pois havia partes que dependiam da colaboração dela.
Mas a forma como ele falou agora deu a Li Ruobing a impressão de que estava levando em conta a ansiedade e a preocupação dela.
Alguns minutos depois.
Wu Chen voltou à sala privativa.
Conversou mais um pouco com He Shiqin, aproveitou para brincar com He Xinxin e perguntou que filmes e séries ela andava assistindo. Assim, encontrou com toda a facilidade um assunto em comum.
Ao longo dos mil anos de repetição temporal, Wu Chen assistira a uma quantidade absurda de filmes e séries. Podia-se dizer que vira praticamente tudo que tivesse um mínimo de fama, fosse produção chinesa ou estrangeira.
Vira até obras obscuras em idiomas pouco falados.
Fora na época em que praticava línguas estrangeiras. Wu Chen dominava mais de cem idiomas. No começo, aprender uma língua com a qual nunca tivera contato era bem penoso, mas, com o passar do tempo, aprendia cada vez mais depressa.
Por fim, à medida que sua força mental crescia, desenvolvera uma memória capaz de reter tudo o que via; e, como muitas línguas eram aparentadas e tinham lógicas bastante semelhantes, chegara ao ponto de aprender um idioma novo em duas semanas — e com fluência.
He Xinxin estava justamente na idade de maratonar séries.
Logo descobriu, espantada, que, não importava a série que mencionasse, Wu Chen dizia já ter assistido.
Não demorou para ela deixar de acreditar nele e resolver testá-lo: perguntou sobre os enredos e discutiu até o quadrado amoroso de uma das séries. Wu Chen acertou tudo.
A conversa ficou animadíssima.
Sem que percebessem, os pratos começaram a chegar.
E eles seguiram conversando enquanto comiam.
Wu Chen conferiu discretamente o relógio. Já eram cinco e quarenta da tarde; àquela altura, Meng Junhao já devia estar lá fora e ter encontrado um ótimo ponto para fotografar.
— …O mocinho é tão feio! O segundo protagonista é que é bonito de verdade…
— E no final a mocinha ainda perdoou aquela mulher venenosa! Quase morri de raiva!
— Hahaha! Professor, você viu essa também? Na faculdade você passava o dia inteiro vendo série, é?
O clima era de pura alegria.
Uma hora depois.
Lá fora, o crepúsculo chegava ao fim; o céu já escurecera bastante, as luzes da sala estavam acesas, e o jantar se aproximava do fim.
Para He Xinxin, aquele tinha sido um jantar divertidíssimo.
Ela até lamentava que estivesse acabando. Sentia uma sintonia incrível com Wu Chen: embora ele fosse oito anos mais velho, os dois tinham visto as mesmas séries. Todas!
Wu Chen tinha visto até Pequena Fada Mágica, coisa que He Xinxin jamais imaginaria. Ela zombou dele, chamando-o de infantil, e disse que parara de assistir àquilo depois dos dez anos.
— Vou ao banheiro… — anunciou He Xinxin, levantando-se de repente.
Tomara refrigerante de cola demais. Saiu quase correndo. A sala privativa tinha banheiro próprio, mas ela não sabia e foi procurar o do corredor.
Wu Chen não a avisou.
Depois que He Xinxin saiu.
He Shiqin, com o rosto um pouco corado depois de beber uma garrafa de vinho, virou-se para Wu Chen. Meio embriagada, estava também mais ousada. Os dois trocaram um olhar; então ela se inclinou por iniciativa própria e o beijou no canto da boca.
Um beijo não bastou; beijou-o de novo.
Não dava para saber se estava apenas representando ou se realmente queria fazer aquilo.
Naturalmente, a cena seria fotografada de fora.
Pouco depois, He Xinxin voltou.
Os três conversaram mais alguns minutos, desceram, pagaram a conta e foram embora.
Ao sair do restaurante, He Xinxin ainda ia saltitante; chegou até a se pendurar no braço de Wu Chen para continuar conversando com ele. A cabeça de uma “criança” é simples: He Xinxin sentia que ela e Wu Chen estavam cada vez mais amigos.
Os três ficaram um tempo jogando conversa fora à beira da rua.
Entre risos e comentários.
Aos poucos, o relógio chegou às sete em ponto da noite.
Wu Chen deu uma olhada no relógio e disse:
— Pronto, hora de voltar. Vocês vão de táxi.
— Professor, você não vai levar a gente? — perguntou He Xinxin, balançando o braço dele.
— Eu bebi, ué — respondeu Wu Chen, rindo.
— Xinxin, não faça manha. Vamos voltar de táxi — disse He Shiqin, puxando a filha de leve; He Xinxin, porém, ainda parecia relutante em se despedir de Wu Chen.
Ela não bebera nada, mas ficara meio inebriada com a conversa.
O poder das palavras era algo que Wu Chen dominava como ninguém.
He Shiqin fez sinal para um táxi; mãe e filha entraram, e He Xinxin ainda acenou para Wu Chen… Wu Chen acompanhou o táxi com o olhar até que se afastasse. Logo em seguida, franziu a testa, como se tivesse notado alguma coisa; tirou o celular do bolso, tocou e deslizou algumas vezes na tela e levou o aparelho ao ouvido.
Fingiu fazer uma ligação.
Na verdade, não notara nada; só fingia ter notado, pois precisava que aquela cena aparecesse nas fotos.
Fim da apresentação!
Wu Chen voltou para o carro. Quem bebe não dirige… Na verdade, beber não afetava a capacidade de Wu Chen de dirigir: sua mente era forte demais para que a consciência sofresse qualquer alteração.
Pouco antes, ele só procurara um pretexto para não levar He Shiqin e He Xinxin para casa — e, de quebra, dar um bom exemplo a He Xinxin.
Wu Chen ficou alguns minutos sentado dentro do Mercedes-Benz Classe S.
Então, um homem saiu correndo de um hotel do outro lado da rua, atravessou a pista e logo chegou ao Mercedes-Benz Classe S; abriu a porta e se acomodou no banco do passageiro.
Era Meng Junhao.
— Senhor Wu… dê uma olhada… — Meng Junhao foi direto ao ponto: pegou o celular e o entregou a Wu Chen para que visse a galeria, além das fotos que outros subordinados haviam mandado pelo Weixun.
Todas as fotos do dia tinham sido tiradas com celular.
Assim pareciam mais autênticas!
As câmeras dos celulares atuais também eram ótimas; sem a pretensão de fazer fotos bonitas, qualquer clique dava conta do recado. A nitidez era impressionante!
Wu Chen foi passando as fotos no celular de Meng Junhao, e o sorriso em seu rosto se tornava cada vez mais enigmático.
No banco do passageiro, Meng Junhao estava inquieto, quase em pânico.
Por fim, não se conteve mais e abriu a boca.
— Senhor Wu… o senhor…
