Novels chinesas em português
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    Capítulo 511 — Tudo pronto! Que comece a encenação!

    Meng Junhao, naturalmente, deduziu que a filha de Ding Ruilong mencionada por Wu Chen só podia ser He Xinxin; afinal, era a única cuja idade batia. E, com isso, a identidade de He Shiqin dispensava qualquer explicação!

    Aquilo era…

    Meng Junhao levou um bom tempo para se recompor do choque, com os olhos arregalados.

    O café derramado continuava se espalhando pela mesa; parte dele escorreu pela borda e pingou sobre o paletó e a calça social dele, mas Meng Junhao nem percebeu.

    Naquele instante, várias emoções conflitantes se chocavam dentro dele!

    Por causa de Li Ruobing, Wu Chen e Ding Ruilong já estavam numa disputa de vida ou morte! Meng Junhao sabia muito bem o quanto Ding Ruilong era possessivo com as mulheres de quem gostava. O envolvimento de Wu Chen com Li Ruobing… não seria exagero dizer que, no plano emocional, já tinha feito Ding Ruilong levar um belo par de chifres!

    E agora ainda havia He Shiqin?!

    E Wu Chen ainda fazia questão de que Ding Ruilong soubesse? De que visse as fotos! De que soubesse que, daquela vez, levara chifres de verdade?!

    E, para completar, He Shiqin estava acompanhada da filha de Ding Ruilong.

    O que era aquilo? Chifres somados a uma ameaça?

    Era simplesmente…

    Se fosse outra pessoa a fazer algo assim, Meng Junhao talvez achasse o método baixo. Vindo de Wu Chen, porém, não pensava dessa forma. Embora ignorasse o verdadeiro papel de He Shiqin, sabia que Ding Ruilong trouxera um bando de assassinos da região de fronteira para matar Wu Chen!

    Na ocasião, até Jiang Chuan, homem de confiança de Ding Ruilong, viera pessoalmente a Donghai para comandar a operação.

    Depois de um ódio desses, Wu Chen só continuava vivo por mérito próprio; qualquer vingança que tramasse contra Ding Ruilong seria mais do que justificável!

    Mas, ainda assim… era cruel demais!

    Wu Chen era implacável!

    Escolhia a dedo justamente o ponto capaz de levar Ding Ruilong à loucura!

    E, junto com isso, vinha um perigo extremo!

    Meng Junhao chegava a sentir que Wu Chen estava procurando a própria morte! Afinal, Ding Ruilong era do tipo que, quando enlouquecia de verdade, não se importava com mais nada. Na época, aquele rapaz da família Wei quase morrera nas mãos dele; ter apenas as pernas quebradas ainda fora sorte.

    Se até herdeiros de grandes famílias passavam por isso, Wu Chen, por mais capaz que fosse, não contava com uma retaguarda familiar desse porte para protegê-lo.

    — Se-senhor Wu, o senhor tem certeza… o senhor… quero dizer, tem certeza de que quer que eu tire essas fotos e depois mande para o Ding Ruilong? — Meng Junhao enfim conseguiu falar, gaguejando um pouco, num tom de quem não acreditava no que ouvia.

    — Tenho certeza absoluta — respondeu Wu Chen, sorrindo. — Nessa história… você estará trabalhando para Ding Ruilong, e fazendo um trabalho excelente. Ele com certeza vai confiar ainda mais em você. Nada vai lhe acontecer.

    Meng Junhao continuou encarando Wu Chen de olhos arregalados, sem conseguir dizer nada.

    O raciocínio de Wu Chen não tinha falhas.

    Era bem possível até que Ding Ruilong lhe pagasse uma boa bolada.

    Mas a questão não era essa.

    O problema era o que viria depois. Meng Junhao conseguia imaginar o que talvez acontecesse dali em diante: não era só o perigo que Wu Chen correria nem a tempestade que desabaria sobre ele. Havia também… a possibilidade de as coisas desandarem com Li Ruobing, que era, naquele momento, o maior escudo de Wu Chen!

    No fim das contas, Meng Junhao não conhecia Wu Chen tão bem assim. Era incapaz de imaginar a rede de contatos poderosa e intrincada que o rapaz tecera em menos de um mês, articulando alianças por todos os lados.

    — Mas… mas… a senhorita Li vai ficar sabendo, não vai? O Ding Ruilong com certeza vai contar para ela que o senhor a traiu… e aí… — Meng Junhao voltou a falar, levantando o que considerava o ponto crucial.

    — A Ruobing já sabe — disse Wu Chen, sorrindo.

    — Hã? — Meng Junhao travou por um instante, mas logo compreendeu.

    A relação entre Wu Chen e He Shiqin era falsa!

    Talvez Li Ruobing e Wu Chen tivessem até agido juntos para trazer He Shiqin e He Xinxin a Donghai e usá-las contra Ding Ruilong.

    Ele acertara apenas metade.

    — Mas… mas isso é perigoso demais, senhor Wu. Acho que o senhor devia pensar com calma. Pode ficar tranquilo: se o senhor disser que não quer ser descoberto, eu faço tudo o que estiver ao meu alcance para impedir que o Ding Ruilong descubra… — tentou convencê-lo Meng Junhao.

    Meng Junhao falava sério.

    Quando Wu Chen e Meng Junhao se encontraram pela primeira vez, este já vinha transferindo seus bens para o exterior. Naquela época, sua situação como agente duplo já era muito perigosa, e ele planejava fugir.

    Agora, continuava com a mesma ideia, e tudo seguia seu curso de forma metódica.

    Meng Junhao realmente não queria que nada desse errado num momento tão delicado.

    O ideal seria que reinasse a mais completa paz!

    — Se não quiser fazer, não vou obrigá-lo. Posso procurar outra pessoa — disse Wu Chen com um sorriso, deixando clara sua posição e, ao mesmo tempo, colocando uma escolha nas mãos de Meng Junhao.

    — Eu… — Meng Junhao hesitou, mas logo se apressou: — Eu faço, senhor Wu! Eu faço!

    Meng Junhao também enxergara a situação com clareza. Para Wu Chen, fazer Ding Ruilong descobrir tudo aquilo era fácil demais; difícil seria esconder. Expor-se de propósito não exigia esforço algum.

    No caso mais simples, Wu Chen poderia até ligar diretamente para Ding Ruilong, zombar dele e contar tudo.

    Por isso, Meng Junhao entendeu que não tinha como impedi-lo.

    Melhor, então, assumir a tarefa para si. Assim, conquistaria ainda mais a confiança de Ding Ruilong e abriria caminho para se inteirar melhor da situação dali em diante.

    Talvez por compreender a fundo a natureza humana, talvez por dispor de informações demais.

    Fosse como fosse, Wu Chen sempre conseguia fazer as pessoas passarem, de bom grado, da “aceitação passiva” à “ajuda espontânea”.

    Fora assim com He Shiqin.

    E agora era assim com Meng Junhao.

    No estado de espírito em que se encontrava, era evidente que ele já não pretendia apenas esperar, de braços cruzados, que Ding Ruilong lhe passasse alguma tarefa para depois correr e avisar Wu Chen.

    Tomaria a iniciativa: sondaria por conta própria os movimentos e planos de Ding Ruilong para ajudar Wu Chen.

    Para ele, se Wu Chen estivesse bem, ele também estaria. Se algo acontecesse a Wu Chen, os riscos se multiplicariam, e qualquer um deles bastaria para arrastá-lo junto para a ruína.

    — Muito bem, então fica com você mesmo… — disse Wu Chen, sorrindo. Fez uma pausa e continuou: — Nesse caso, você vai…

    Wu Chen passou aos detalhes.

    Antes, falara sobre as fotos apenas por alto; só agora entrava nos pormenores. E aqueles detalhes não serviriam apenas para provocar Ding Ruilong ao máximo, mas também para que toda a operação de campana e fotografia conduzida por Meng Junhao parecesse natural, beirando a perfeição.

    Eliminariam por completo qualquer chance de Meng Junhao cair sob suspeita!

    Era uma forma de maximizar os ganhos dele!

    Wu Chen queria de fato elevar o prestígio de Meng Junhao junto a Ding Ruilong. Em condições normais, à medida que o conflito entre Wu Chen e Ding Ruilong esquentasse, Meng Junhao — uma espécie de pequeno chefão local em Donghai — já acabaria sendo cada vez mais requisitado por Ding Ruilong.

    Bastava a Wu Chen pôr um pouco mais de lenha na fogueira!

    O ideal seria que Meng Junhao entrasse no radar de outros membros do núcleo da família Ding.

    O alvo de Wu Chen nunca fora apenas Ding Ruilong. Ding Ruilong era só o estopim; o verdadeiro alvo era a família Ding inteira!

    E Meng Junhao podia ser o prego cravado dentro dela!

    Wu Chen não se importava em cravar esse prego ainda mais fundo.

    Sem que percebessem, o relógio já se aproximava das quatro da tarde.

    Wu Chen e Meng Junhao conversaram nos mínimos detalhes. Terminada a conversa, desceram um depois do outro; Meng Junhao, porém, só deixou o café cinco minutos depois da saída de Wu Chen.

    Durante a conversa, ele já mobilizara alguns homens por telefone. A encenação tinha de ser completa: Meng Junhao de fato mandaria investigar Wu Chen de todos os ângulos e, ao mesmo tempo, enviaria subordinados de absoluta confiança para aguardar o aparecimento de Wu Chen numa área específica.

    Depois, esses homens o avisariam pelo celular.

    E ele também iria pessoalmente ao local.

    Tudo tinha de estar em ordem, até os registros de chamadas entre ele e seus subordinados.

    …

    Pouco mais de vinte minutos depois.

    Distrito de Beicheng, Residencial Jinzun.

    Ao volante de um Mercedes-Benz Classe S, Wu Chen se aproximava do portão quando avistou uma minivan executiva Alphard estacionada à beira da rua. A placa não era de Donghai, e sim de Modu.

    Devia ser Lao Dao!

    Wu Chen mandara que ele esperasse ali, e aquela era a única minivan executiva parada na rua.

    Lao Dao era um sujeito cauteloso, por “hábito profissional”; aquela placa de Modu provavelmente era falsa.

    O Mercedes-Benz Classe S parou um instante ao lado da Alphard. Wu Chen baixou o vidro e virou a cabeça.

    O vidro do passageiro da Alphard também desceu. De boné preto e máscara, Lao Dao virou o rosto e trocou um olhar com Wu Chen.

    Wu Chen fez-lhe um sinal com os olhos, subiu o vidro e seguiu em frente.

    A Alphard acompanhou o Mercedes-Benz Classe S para dentro do Residencial Jinzun; Wu Chen tinha o controle remoto do portão do condomínio.

    Os dois veículos não desceram para a garagem subterrânea; seguiram pelas vias internas do condomínio até a porta da villa.

    Wu Chen desceu e tornou a acenar para Lao Dao, que também saltou do carro e o acompanhou até a entrada, olhando instintivamente para um lado e para o outro, atento ao entorno.

    A porta tinha fechadura eletrônica com senha e leitor de digital. Wu Chen sabia a senha, digitou-a e entrou.

    Na sala de estar.

    He Shiqin e He Xinxin já tinham praticamente terminado de arrumar a bagagem. Ao chegarem a Donghai, trouxeram pouca coisa; agora, porém, havia um pouco mais, sobretudo por causa de algumas compras e dos materiais de pintura de He Xinxin.

    Um dos motivos pelos quais Wu Chen chamara Lao Dao era justamente transportar a bagagem.

    O cavalete de pintura ocupava bastante espaço; somando os outros pertences e ainda as duas passageiras, não caberia tudo num carro só.

    — Senhor Wu… — cumprimentou He Shiqin assim que o viu entrar. Notando Lao Dao logo atrás, perguntou de passagem: — E este senhor é…?

    — Veio ajudar com a bagagem — respondeu Wu Chen, sorrindo, e emendou: — Já está tudo arrumado?

    — Está. — He Shiqin assentiu.

    — Então vamos carregar os carros. Venham… — disse Wu Chen, gesticulando.

    Cinco minutos depois, a bagagem estava toda carregada.

    A maior parte foi para a minivan de Lao Dao; no Mercedes-Benz Classe S, iam apenas duas malas no porta-malas.

    Partiram!

    Os dois carros deixaram o Residencial Jinzun.

    O Mercedes-Benz Classe S avançava em alta velocidade pela avenida, seguido pela Alphard, que mantinha uma distância considerável. À primeira vista, nem pareciam estar juntos; a cena tinha até um quê de perseguição.

    Também era hábito profissional de Lao Dao.

    Em qualquer circunstância, ele reduzia instintivamente certos riscos. O hábito virara reflexo, e Wu Chen não tinha a menor intenção de corrigi-lo.

    Era até melhor assim. Afinal, Lao Dao era um homem capaz de encurralar Wu Chen num elevador. É verdade que aquilo só acontecera porque Wu Chen pegara leve de propósito, mas não havia como negar que Lao Dao era um sujeito de muitos recursos. Wu Chen esperava que ele se mantivesse assim, sem perder o ritmo!

    Dentro do Mercedes-Benz Classe S, He Shiqin ia no banco do passageiro, e He Xinxin, no banco de trás.

    — Professor, por que trocou de carro de novo? — perguntou He Xinxin, examinando o interior do veículo. O acabamento era muito parecido com o do Mercedes-Benz Classe G branco que a mãe costumava dirigir.

    — No esportivo não cabem três pessoas, ué — respondeu Wu Chen de passagem, sorrindo depois de olhar pelo retrovisor interno.

    — E por que tem que ser três pessoas no mesmo carro? Aquele carro do tio lá atrás também tem lugar, não tem? E outra… a minha mãe também tem carro… — rebateu He Xinxin. Pelo visto, a justificativa de Wu Chen não fora lá muito convincente.

    — Xinxin, eu já não expliquei? Aquele carro vive dando alerta de defeito. Já chamei a concessionária autorizada para rebocar. Segurança em primeiro lugar, está bem? — disse He Shiqin, virando-se do banco do passageiro.

    Estava enrolando a filha.

    O Mercedes-Benz Classe G branco de He Shiqin ficara largado na garagem subterrânea do Residencial Jinzun. Ela não voltaria a dirigi-lo tão cedo, para impedir que Ding Ruilong a rastreasse.

    Precisava trocar de carro!

    E Wu Chen também trocara de carro naquele dia por esse mesmo motivo, o mais importante de todos!

    A encenação tinha de ser completa!

    Ding Ruilong já percebera a situação; He Shiqin, por iniciativa própria, cortara o contato com ele; e, em seguida, Ding Ruilong ainda teria de descobrir que ela estava envolvida com Wu Chen. Nessas circunstâncias, se He Shiqin continuasse dirigindo o próprio carro, pareceria “descuidada demais”.

    E, numa situação dessas, ela inevitavelmente avisaria Wu Chen para tomar cuidado.

    Por isso, ele também precisava dar mostras de cautela.

    Os dois tinham de parecer suficientemente precavidos, para que Ding Ruilong acreditasse que se encontravam às escondidas. Só assim tudo faria sentido! E só assim Meng Junhao pareceria competente, sem levantar a menor suspeita.

    Por volta das quatro e cinquenta da tarde.

    Distrito de Zhongcheng, cidade de Donghai. Residencial Shiji Zhongcheng.

    Era um antigo condomínio de villas, construído no fim do século passado, numa área relativamente afastada do bairro antigo de Zhongcheng. Pelos padrões de hoje, não passava de um condomínio de villas bastante comum; suas vantagens eram a área enorme, a boa privacidade e a vizinhança de um pequeno parque.

    Li Ruotai o escolhera como lugar para tratar de assuntos sujos justamente por ser discreto e reservado o bastante.

    Os dois carros entraram no condomínio, desceram à garagem subterrânea e pararam nas duas vagas da villa número 17.

    Descarregaram a bagagem.

    O condomínio parecia bastante envelhecido; as villas tinham um estilo ultrapassado, e até o piso da garagem era encardido. Mas, assim que pôs os pés no salão do térreo da villa 17, He Xinxin ficou boquiaberta com o luxo diante de seus olhos.

    Sobretudo pelo contraste entre o lado de fora e o de dentro.

    Li Ruotai mandara reformar o imóvel.

    Aquele era o gosto dele: a decoração interna seguia o mesmo estilo da residência onde Wu Chen morava atualmente, com aquele ar de brilho e dourado por todos os lados.

    Além disso, a villa era limpa periodicamente. Como Li Ruotai nunca sabia quando precisaria usá-la, mantinha alguém encarregado de limpá-la a cada quinze dias, para que estivesse sempre pronta para uso imediato.

    Deixaram a bagagem de lado por ora; não havia pressa para arrumar nada.

    — Vamos jantar. Eu pago — disse Wu Chen, sorrindo, e perguntou a He Xinxin: — O que você quer comer, Xinxin?

    — Nossa, o professor está tão bonzinho que vai até pagar o jantar pra gente — provocou He Xinxin, meio de brincadeira.

    — Considere um pedido de desculpas por fazer vocês se mudarem assim, de uma hora para outra — respondeu Wu Chen, rindo.

    — Humpf! Então vou querer comer coisa boa! — He Xinxin bufou de leve e pensou um pouco antes de dizer: — Quero comida de Sichuan! Bem apimentada, bem apimentada!

    He Xinxin não era enjoada para comer, mas tinha uma queda especial pela culinária de Sichuan.

    Wu Chen sabia disso!

    O lugar que ele escolhera de antemão, e onde pedira a Meng Junhao que organizasse as fotos, era justamente um restaurante de comida de Sichuan.

    Saíram de novo.

    Os quatro desceram. He Shiqin e He Xinxin entraram primeiro no carro; Wu Chen, por sua vez, foi até a Alphard e trocou algumas palavras em voz baixa com Lao Dao, junto à porta.

    — Mobilize seus homens. A partir de amanhã, acompanhem as duas vinte e quatro horas por dia e garantam a segurança delas. Mas não deixem que percebam, principalmente a menina…

    Esse era o verdadeiro motivo pelo qual Wu Chen chamara Lao Dao.

    Queria que ele reconhecesse as duas e o lugar, e também que He Shiqin o visse; assim, se algum imprevisto acontecesse mais tarde e Lao Dao aparecesse, ela não o estranharia.

    Wu Chen pretendia dar um choque descomunal em Ding Ruilong. Com a própria segurança, nunca se preocupava.

    Mas, no caso de He Shiqin, essa precaução era necessária. Ding Ruilong provavelmente não machucaria He Shiqin e He Xinxin; no entanto, depois de localizá-las, poderia muito bem mandar alguém sequestrar as duas e levá-las embora.

    Era preciso impedir que isso acontecesse.

    Depois de passar a Lao Dao sua missão oficial, Wu Chen voltou para o carro.

    Partiram!

    Alguns minutos depois.

    Já passava das cinco da tarde.

    Ainda no distrito de Zhongcheng, na Rua Dachuan Segunda, ficava o Restaurante Sichuan Fulaixi.

    Situado no bairro antigo de Zhongcheng, era um restaurante de Sichuan relativamente sofisticado, embora não figurasse entre os melhores. A comida era boa, mas o movimento era fraco, sobretudo por causa da localização.

    O Mercedes-Benz Classe S parou numa das vagas em frente ao Restaurante Sichuan Fulaixi.

    Ao descer, Wu Chen correu os olhos pelos arredores, como quem não quer nada.

    Na esquina, não muito longe, um Volkswagen antigo cinza-prateado estava parado à sombra de uma árvore. Pela placa, dava para confirmar… era o carro de um dos homens de Meng Junhao.

    Tudo pronto!

    Que comece a encenação!

    Nota